Ancoragem e Segurança em Altura

Teste de Arrancamento

Ensaio de capacidade de carga em pontos de ancoragem conforme NBR 16325 e NBR 6118. Comissionamento, recertificação e perícia. Laudo + ART do CREA-SP.

NR 35NBR 16325:2014Com ART
Prazo
3 a 10 dias úteis
Norma
NBR 16325 + NBR 6118
Documentação
Laudo + ART
Cobertura
Todo o Brasil
Teste de Arrancamento — vistoria técnica em edificação
+1.000 Edifícios inspecionados
+10 Anos de experiência técnica
100% Laudos com ART registrada
Brasil Atendimento em todo o país
Definição

O que é Teste de Arrancamento

O Teste de Arrancamento (também conhecido como ensaio pull-out) é o ensaio técnico aplicado em pontos individuais de ancoragem ou em chumbadores para verificar a capacidade real de carga do conjunto chumbador + estrutura suporte. Diferentemente do cálculo teórico (que assume capacidade conforme tabela do fabricante e fck do concreto especificado em projeto), o teste mede o que o sistema efetivamente suporta na situação real — concreto pode estar fissurado, alvenaria pode ser de qualidade inferior à especificada, chumbador químico pode ter sido aplicado fora da janela de cura. O ensaio é a ponte entre projeto e realidade.

As normas centrais são a NBR 16325:2014 (Dispositivos de ancoragem para uso em proteção contra quedas), a NBR 6118:2014 (Projeto de estruturas de concreto), a NR 35 (Trabalho em Altura) e, como referência internacional consolidada, a ASTM E488/E488M (Standard Test Methods for Strength of Anchors in Concrete and Masonry Elements). A NBR 16325 exige teste de arrancamento por amostragem mínima (10-20% dos pontos no comissionamento, conforme classificação do dispositivo e estrutura) — a omissão invalida a certificação do sistema. Em casos de recertificação periódica, o ensaio é parte da inspeção. Em casos periciais (acidente, disputa, falha estrutural), o teste em 100% dos pontos críticos é frequentemente exigido.

A NC Engenharia, em parceria técnica com a Hook Engenharia — empresa especialista em ancoragem e fixação para construção civil, com equipe certificada em NR 6, NR 12, NR 18 e NR 35 — executa testes de arrancamento em todo o Brasil. Todo o ensaio é coordenado por engenheiro responsável técnico com ART do CREA-SP, segue a normativa brasileira vigente e usa instrumentação calibrada (extratômetro hidráulico, manômetro com certificado RBC, dispositivos de carga aferidos). Operamos em três modalidades — teste em amostragem (10-20% dos pontos para comissionamento padrão), teste completo do sistema (100%, para sistemas críticos ou recertificação rigorosa) e teste pericial (em caso de falha, acidente ou disputa contratual). Em geral, integramos o ensaio com comissionamento de ancoragem predial, linha de vida e laudo de ancoragem.

Teste de Arrancamento — execução técnica em campo
Execução técnica conduzida por engenheiro habilitado conforme normas aplicáveis.
Demanda

Quando você precisa

  • Comissionamento de sistema de ancoragem novo — teste obrigatório por amostragem antes da liberação para uso
  • Recertificação anual obrigatória conforme NR 35 — verificação da preservação da capacidade do sistema
  • Após reparo ou modificação no sistema — verificação da capacidade dos novos pontos ou dos pontos restaurados
  • Perícia em caso de acidente envolvendo ponto de ancoragem — determinação técnica da causa da falha
  • Disputa contratual entre proprietário e instalador — verificação da conformidade do sistema executado
  • Pré-aquisição de imóvel com sistema de ancoragem — diligência técnica antes da compra
  • Após sinistro estrutural na edificação — terremoto, abalo, fissuração — verificação da preservação da capacidade dos pontos
  • Renovação de seguro patrimonial — algumas seguradoras exigem teste recente como evidência de manutenção
  • Adequação para certificação ISO 45001 ou auditoria de SST — exigência de comprovação técnica formal
  • Após reforma estrutural — alteração na estrutura suporte exige reteste dos pontos afetados

Sua edificação se enquadra?

Solicite uma análise técnica preliminar sem custo.

Conforme NBR 16747

Níveis de inspeção

A NBR 16747:2020 define três níveis de inspeção predial, aplicáveis conforme o porte, a complexidade e o objetivo do laudo.

01

Nível 1 — Teste em Amostragem (10-20% dos Pontos)

Ensaio aplicado em uma amostra dos pontos do sistema, conforme exigência mínima da NBR 16325 (10% para sistemas padrão, 20% para sistemas críticos), com seleção representativa que abranja diferentes tipos de fixação e suportes. Carga aplicada conforme projeto, registro instrumental e laudo com ART.

Indicada para: Comissionamento padrão de sistema novo, recertificação anual em sistemas em bom estado, validação de retrofit pontual.

02

Nível 2 — Teste Completo do Sistema (100%)

Ensaio aplicado em todos os pontos do sistema, com instrumentação calibrada e registro fotográfico de cada ponto. Carga aplicada conforme projeto, com tempo de manutenção registrado, e laudo individual por ponto. Indicado para sistemas críticos.

Indicada para: Recertificação rigorosa pós-modificação estrutural, sistemas em hospitais e indústrias críticas, sistemas com histórico de falhas.

03

Nível 3 — Teste Pericial (Acidente, Disputa, Falha)

Ensaio em contexto pericial — acidente envolvendo ponto de ancoragem, disputa contratual sobre conformidade, falha estrutural identificada. Inclui teste em 100% dos pontos da área afetada, análise causal estruturada (Ishikawa, 5 porquês), reconstituição da cadeia técnica e parecer formal apto a uso judicial conforme NBR 13752.

Indicada para: Acidente em uso, ação judicial em curso, disputa contratual, perícia para seguradora, comunicação ao Ministério Público.

Cobertura

Sistemas avaliados

O teste de arrancamento aplica-se a diversos tipos de chumbador, ponto e estrutura suporte. A Hook Engenharia, em parceria com a NC Engenharia, executa ensaios nos seguintes elementos.

  • Chumbadores químicos

    Resina epóxi em concreto/alvenaria

  • Chumbadores mecânicos

    Expansão por torque em concreto

  • Olhais

    Pontos individuais com gancho

  • Bases planas

    Plataformas em laje técnica

  • Fixações em concreto armado

    Conforme NBR 6118

  • Fixações em alvenaria estrutural

    Tijolo cerâmico ou bloco de concreto

  • Fixações em estrutura metálica

    Soldadas, parafusadas, conforme NBR 8800

  • Ancoragens estruturais

    Pontos extremos de linhas de vida

  • Dispositivos individuais

    Avaliação ponto a ponto

  • Sistemas em conjunto

    Avaliação coletiva do sistema

  • Dispositivos auxiliares

    Bases, plataformas, suportes

  • Ensaios laboratoriais complementares

    Caracterização do material extraído

Método NC

Como conduzimos

A NC Engenharia em parceria com a Hook Engenharia conduz o teste em cinco etapas estruturadas, todas coordenadas por engenheiro responsável técnico registrado no CREA-SP, com ART emitida no início do contrato e instrumentação calibrada (extratômetro hidráulico com certificado RBC, manômetros aferidos, células de carga).

  1. 01

    Visita técnica e seleção de pontos

    Reunião com o cliente, levantamento do sistema (número de pontos, tipos de chumbador, tipos de suporte), análise documental disponível (projeto original, ARTs anteriores, manual do fabricante dos chumbadores), seleção dos pontos a ensaiar conforme amostragem aplicável (Nível 1) ou definição de teste em 100% (Nível 2 e 3).

  2. 02

    Preparação e calibração

    Verificação da calibração dos instrumentos (certificados RBC válidos), montagem do extratômetro hidráulico, conexão ao ponto a testar, definição da carga de ensaio conforme projeto e norma (geralmente 1,2 a 1,5 vezes a carga de trabalho, ou conforme tabela NBR 16325).

  3. 03

    Aplicação da carga e monitoramento

    Aplicação progressiva da carga, monitoramento do manômetro e do deslocamento (quando aplicável), tempo de manutenção da carga conforme protocolo (em geral 60 a 180 segundos), registro fotográfico do procedimento e dos instrumentos durante a aplicação. Verificação da ausência de fissuração no suporte, deslocamento residual e deformação visível.

  4. 04

    Análise dos resultados

    Comparação da carga aplicada com a carga de trabalho do projeto, classificação por aprovado/reprovado/em atenção, identificação de não conformidades (deslocamento excessivo, fissuração no suporte, falha do chumbador), análise causal quando há reprovação (Nível 3 — pericial).

  5. 05

    Laudo e ART

    Redação do laudo conforme NBR 16325 (e NBR 13752 quando pericial — Nível 3), com tabela de pontos testados, cargas aplicadas, resultados, registro fotográfico, certificados de calibração dos instrumentos, conclusão técnica fundamentada e emissão da ART no CREA-SP. Em casos de reprovação, recomendação de intervenção e reteste.

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Resposta em até 1 dia útil. Atendimento em todo o Brasil.

Teste de Arrancamento — entregáveis e documentação técnica
Documentação técnica assinada por engenheiro habilitado, com ART vinculada quando aplicável.
Entrega

O que você recebe

Ao final do teste, o cliente recebe pacote técnico completo, em formato digital (PDF) e impresso quando solicitado. A documentação tem validade legal perante o Ministério do Trabalho, fiscalização da prefeitura, condôminos, seguradoras, em ações judiciais e em comunicações ao Ministério Público.

Prazo estimado: 3 a 10 dias úteis, conforme número de pontos

Laudo Técnico de Teste de Arrancamento

Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) registrada no CREA-SP

Tabela de pontos testados com cargas aplicadas e resultados

Registro fotográfico do procedimento e dos instrumentos

Certificados de calibração dos instrumentos utilizados

Croqui de localização dos pontos testados

Análise causal estruturada em casos de reprovação (Nível 3)

Recomendação de intervenção para pontos reprovados

Conformidade

Normas técnicas que seguimos

NBR 16325:2014

Dispositivos de ancoragem para uso em proteção contra quedas — Tipos A, B, C, D e E — Requisitos, ensaios e instruções

Norma técnica brasileira central. Define a obrigatoriedade do teste de arrancamento por amostragem em comissionamento, os critérios de aceitação, os procedimentos de ensaio e as cargas aplicáveis.

NBR 6118:2014

Projeto de estruturas de concreto — Procedimento

Norma para projeto de estruturas de concreto. Referência para a análise estrutural do suporte (resistência do concreto, classe de fck, condições de instalação) que afeta diretamente a capacidade do chumbador.

NR 35

Trabalho em Altura

Norma Regulamentadora do MTE que estabelece requisitos para trabalho em altura. Exige teste de arrancamento como parte da certificação obrigatória dos sistemas de ancoragem.

ASTM E488/E488M

Standard Test Methods for Strength of Anchors in Concrete and Masonry Elements

Norma internacional ASTM amplamente referenciada como base técnica do teste de arrancamento. Define metodologia, instrumentação e critérios de aceitação para chumbadores em concreto e alvenaria.

Por que a NC

Especialistas com responsabilidade técnica

A NC Engenharia atua exclusivamente com engenheiros credenciados, ART para cada laudo e metodologia documentada — o que separa um documento técnico de uma vistoria comercial qualquer.

  • Engenheiros credenciados no CREA-SP com ART ativa

  • Metodologia rigorosa conforme NBR 16747:2020

  • Laudos com validade legal plena

  • Atendimento em todo o Brasil

Equipe técnica da NC Engenharia conduzindo inspeção em campo

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Visita técnica preliminar gratuita. Cotação detalhada em até 48h.

Cobertura geográfica

Cidades atendidas

A NC Engenharia, em parceria com a Hook Engenharia, executa testes de arrancamento em todo o Brasil, com base operacional em São Paulo capital. Para regiões fora do estado, a viabilidade é avaliada caso a caso e os custos de deslocamento são apresentados na cotação.

Ver cidades e bairros atendidos em todo o Brasil

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Demais cidades, bairros e regiões mediante consulta — entre em contato para análise de viabilidade técnica e logística.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Qual é a carga aplicada no teste?
Depende do projeto e da norma. A NBR 16325 define carga de ensaio normalmente entre 1,2 e 1,5 vezes a carga de trabalho do dispositivo (em geral 5 kN para uso individual em queda contra ancoragem rígida, ou conforme tabela específica para outros tipos). A carga é aplicada de forma progressiva, mantida pelo tempo regulamentar (60 a 180 segundos), e o ponto deve suportar sem falha (sem deslocamento residual significativo, sem fissuração visível no suporte). Em ensaio destrutivo, aplica-se carga até a falha — usado em estudos especiais e em desenvolvimento.
Por que o teste é diferente do cálculo teórico?
Cálculo teórico assume condições ideais — concreto com fck conforme projeto, sem fissuração, chumbador instalado conforme manual, cura completa em prazo. A realidade frequentemente difere — concreto pode estar fissurado microscopicamente, fck real pode ser inferior ao projeto, chumbador químico pode ter sido aplicado em furo úmido ou sem limpeza adequada, cura pode ter ocorrido em temperatura inadequada. O teste mede a capacidade real, não a teórica — daí ser obrigatório para certificar.
Quantos pontos são testados em sistema com 50 chumbadores?
Em comissionamento padrão (Nível 1), 5 a 10 pontos (10-20% conforme NBR 16325). Em recertificação anual com sistema sem incidente, geralmente 10% (5 pontos no exemplo). Em sistemas críticos, pós-modificação ou pericial, 100% — todos os 50 pontos. A seleção deve ser representativa: diferentes tipos de chumbador (químico vs. mecânico), diferentes suportes (concreto vs. alvenaria), diferentes posições (extremidades, meio, áreas com mais umidade ou exposição). A NC Engenharia define a amostragem no projeto técnico inicial.
O que acontece se um ponto reprovar no teste?
O ponto não pode ser certificado. A NC Engenharia analisa a causa (chumbador mal instalado, suporte estrutural com fck inferior, fissura no entorno, intervenção indevida) e indica a intervenção — substituição do chumbador, mudança do tipo (químico → mecânico, ou vice-versa), reforço estrutural do suporte (raro), ou recolocação em outro ponto. Após a intervenção, novo teste é executado. A NBR 16325 exige que o sistema completo seja certificado — pontos reprovados sem reparo invalidam o conjunto.
Quanto tempo dura o teste?
Por ponto, o ensaio dura 5 a 15 minutos (preparação, aplicação progressiva, manutenção da carga pelo tempo regulamentar, despressurização). Para sistema com 10-20 pontos (amostragem padrão), o conjunto dura 1 dia útil em campo. Sistema com 50+ pontos em teste 100% (Nível 2) demanda 2-3 dias úteis. Teste pericial (Nível 3) com análise documental aprofundada e parecer formal pode levar 7 a 10 dias úteis no total. O laudo é entregue em geral em 3-5 dias após o término do teste.
Quanto custa o teste?
Varia conforme o número de pontos a testar, o nível contratado (1, 2 ou 3), a complexidade dos pontos (acessibilidade), e a necessidade de instrumentação especial (pericial). Para sistemas em São Paulo capital com amostragem padrão, o investimento é controlado e proporcional ao número de pontos. Em recertificação anual, é parte do escopo da [inspeção periódica](/servicos/inspecao-periodica-ancoragens/). A NC Engenharia fornece orçamento detalhado após levantamento do sistema, sem custo.
Teste de arrancamento é destrutivo?
Em geral, não. O ensaio padrão NBR 16325 aplica carga até 1,2-1,5 vezes a carga de trabalho do dispositivo — bem abaixo da capacidade última do chumbador especificado, que tem fator de segurança maior. O ponto suporta sem dano e continua em uso após o teste. Ensaios destrutivos (carga até a falha) são raros, usados em estudos de desenvolvimento ou em perícia para determinar a capacidade última de um sistema falhado. Em qualquer caso, o engenheiro responsável especifica o tipo no escopo.
Posso fazer o teste em sistema antigo sem projeto original?
Sim, com adaptações. Em sistemas antigos sem documentação, o levantamento prévio é mais aprofundado — identificação visual dos chumbadores instalados (modelo, fabricante quando legível), análise do suporte estrutural existente, hipóteses sobre a carga de projeto. O teste é executado com carga conforme NBR 16325 atual (independente do projeto original). A reprovação de pontos antigos é mais comum nesses casos — frequentemente leva à recomendação de substituição parcial ou total do sistema antigo.
Como o teste se diferencia em sistema químico vs. mecânico?
O ensaio em si é semelhante — aplicação de carga, monitoramento, registro. Mas a interpretação difere. Chumbador químico tem comportamento sensível à qualidade do furo (limpeza, umidade), à cura da resina (tempo, temperatura) e à compatibilidade com o suporte (concreto fissurado vs. maciço). Chumbador mecânico depende do torque correto, da expansão adequada, da resistência à corrosão. O teste detecta essas falhas ao identificar capacidade reduzida — a análise causal subsequente determina a intervenção adequada.
O laudo do teste de arrancamento tem validade em juízo?
Sim. O laudo técnico assinado por engenheiro habilitado, com ART do CREA-SP, instrumentação calibrada e metodologia conforme NBR 16325 (e NBR 13752 quando pericial — Nível 3), tem valor legal pleno como prova técnica. Em ações judiciais por acidente envolvendo ponto de ancoragem, em disputas contratuais sobre conformidade do sistema instalado, em perícias para seguradoras, o laudo é peça documental central. A NC Engenharia atua também como assistente técnico em perícia em curso.
A NC Engenharia atende em todo o Brasil?
Sim. A NC Engenharia, em parceria técnica com a Hook Engenharia, executa testes de arrancamento em todo o território nacional, com base operacional em São Paulo capital. Para municípios distantes, a viabilidade técnica e logística é avaliada caso a caso e o orçamento inclui os custos de deslocamento da equipe e dos instrumentos calibrados. O atendimento é orientado a condomínios em recertificação, construtoras em comissionamento, incorporadoras em entrega de empreendimentos, e clientes em casos periciais.

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